Desafios da função de coordenador pedagógico

Um dos profissionais de função elementar nesse processo é o Coordenador Pedagógico, Conheça e entenda quais as funções desta pessoa importante na sua escola

Por Sponte em 01 de março de 2016.

A busca por uma educação de qualidade leva gestores a rediscutir constantemente o papel de cada elemento no processo de organização, planejamento, desempenho e conquista de resultados no ambiente escolar.

Um dos profissionais de função elementar nesse processo é o Coordenador Pedagógico, responsável por identificar as necessidades dos professores e com eles encontrar soluções que priorizem um trabalho educacional de qualidade.

Desvio de função

Neste contexto, as atribuições da função desse profissional são constantemente motivo de confusão. Talvez esse seja um dos grandes desafios da categoria, principalmente porque frequentemente leva a quadros de desvio de função.

Competem ao Coordenador Pedagógico três funções essenciais: mediação, planejamento, transformação que auxiliam a escola, a superar os obstáculos e aperfeiçoar o processo de ensino/aprendizagem.

Papel na escola

Como mediador, o pedagogo atua intermediando o trabalho desenvolvido pelos professores, realizado de maneira coletiva, e que tem por objetivo o alcance das metas curriculares estabelecidas pela escola.

O trabalho de planejamento é focado não apenas na participação da elaboração das propostas e metas curriculares, mas também tem caráter articulador, com o objetivo de apresentar a melhor abordagem a ser aplicada junto a professores, alunos e familiares de alunos.

Como transformador, o coordenador pedagógico atua estimulando questionamentos e discussões que resultam na proposição de ações criativas e inovadoras. Esse estímulo ao pensamento e as mudanças positivas permitem a escola promover ações curriculares necessárias e muitas vezes desejadas pelos professores, que facilitam o alcance das metas educacionais estabelecidas.

O que fazer?

– Garantir a realização semanal do horário de trabalho pedagógico coletivo;
– Organizar encontros de docentes por área e por série;
– Dar atendimento individual aos professores;
– Fornecer base teórica para nortear a reflexão sobre as práticas;
– Conhecer o desempenho da escola em avaliações externas.

O que não fazer?

– Conferir se as classes estão organizadas e limpas antes das aulas;
– Fiscalizar a entrada e a saída de alunos;
– Visitar empresas do entorno para fechar parcerias;
– Substituir professores que faltam;
– Cuidar de questões administrativas, financeiras e burocracias em geral.
FONTE: Gestão Escolar / Editora Abril.

Sponte /